quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Desemprego no país em 2011 é o menor em nove anos, aponta IBGE

A média de desocupação no Brasil em 2011 ficou em 6%, a menor taxa desde o início da série histórica em 2002, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.  
A taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, também a menor para o mês desde março de 2002, registrando queda de 0,5 ponto percentual em relação ao resultado apurado em novembro (5,2%) e de 0,6 ponto percentual na comparação com dezembro de 2010 (5,3%).
Embora tenham sido atingidas mínimas recordes, os dados não chegaram a representar uma surpresa, na opinião do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Lima Gonçalves. "Obviamente, [a queda] é por causa das contratações temporárias de novembro e dezembro", acrescentou.  
Segundo Gonçalves, o nível de emprego já dá sinais de fadiga, apesa de continuar sendo a parte mais robusta da atividade econômica. 
Para o economista da Tendências Rafael Bacciotti, a taxa anual deve diminuir ainda mais, para 5,8% em 2012, incentivada também pela política monetária, com mais reduções da Selic -hoje a 10,5% ao ano. Apesar disso, ele ressalta que o crescimento do emprego será limitado neste ano, uma vez que o nível de ociosidade da mão de obra está bastante reduzido. 
No mês passado, a população ocupada caiu 0,4% em comparação a novembro, totalizando 22,734 milhões. Sobre dezembro de 2010, houve um crescimento de 1,3%. 
Na média de 2011, a população ocupada avançou 2,1% ante 2010, chegando a 22,5 milhões.
O salário médio do trabalhador brasileiro, em dezembro, ficou em R$ 1.650,00, um ganho de 1,1% sobre novembro e de 2,6% em relação a um ano antes. 
Na média do ano passado, o salário médio ficou em R$ 1.625,46, crescimento de 2,7% sobre a média de 2010 e o maior patamar médio da série do IBGE.
 Fonte: Uol.com.br

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

As Aparências Enganam!

Quando um gerente de loja vê um consumidor entrar no seu espaço comercial, sua íris envia ao cérebro uma mensagem altamente perigosa: "ali está vindo um Ser Humano, nosso cliente, que é muito parecido com o mesmo cliente de 10 anos atrás. Veja só: ele está vestindo calça, camiseta, tênis, meia, usa óculos. Tudo muito parecido a outrora. Até seu cabelo é igual ao da década passada". Se ele não mudou, nós também não precisamos mudar. É neste momento que caímos na cilada das aparências. Elas enganam, e como! Este aparato externo, que podemos chamar de "corpo", está hoje carregando um cérebro completamente diferente. Justificativa: nós vivemos o que nós sabemos e aprendemos. Este consumidor, em verdade, foi de forma ativa e passiva guerreiro de uma das mais sérias revoluções que ocorreu em toda história do mundo dos negócios. Em apenas dez anos ele se transformou de plebeu (bobo da corte talvez seja mais apropriado) em majestade absoluta. Mesmo os mais esquecidos, devem se lembrar como eram tratados quando queriam comprar um carro ou um telefone. O que hoje se denomina "encantamento do cliente" caminhava na via inversa do "encantamento do fornecedor". Um vendedor de aço ou de madeira aglomerada lhe fazia um grande favor quando garantia a sua cota e lhe vendia o produto antes da virada da tabela. (arghf!!!!! No final de cada mês)
Hoje o jogo mudou. A decisão de quem o cliente vai escolher, para ser seu fornecedor está literalmente na ponta de seus dedos. Veja o caso do telefone: o "21" não funcionando é imediatamente substituído pelo "15" ou pelo "23". Quero trocar de carro? Não há problema. Hoje no Brasil temos mais de 200 opções. Saímos da época em que nosso leque de alternativas ficava no fatídico quarteto: Corcel, Opala, Passat e Fiat 147.
Da classe média para cima o brasileiro conheceu o mundo. Este cérebro diferente de hoje já sabe fazer comparações, e muito inteligentes. Ele sabe (porque viveu) o que é a excelência Disney ou a qualidade Saint Germain de Prés. No avião ele já vê (e pisa) o tapete vermelho. Se ficar por aqui, ele compara o banheiro do supermercado com as instalações do Mc Donalds ou do Outback.
Em verdade, seu modelo mental, seu leque de paradigmas, incorporou 500 vezes o que poderíamos chamar de teoria do consumidor. Isto mesmo, ele há quinze anos atrás não sabia nem 0.5% do que sabe hoje. Seja porque comeu macarrão italiano, tomou vinho francês ou provou queijo suíço.
Um cuidado adicional: cada vez mais esta coisa física (de novo o corpo) estará entrando menos na sua loja. Se ele não gostar de filas (é claro que há quem goste) ou tiver outras preferências mais nobres (como trabalhar, amar, estudar, ficar com os filhos) seu tomate e cenoura chegarão virtualmente pela rede. Quando isso ocorrer, talvez se chegue ao momento máximo da evolução. O consumidor definirá o preço que quer pagar. Leilão eletrônico, passará a ser ferramenta normal em qualquer atividade. Cuidado com o paradigma da calça e da camiseta. As aparências enganam.

Fonte: guiarh.com.br  por Marco Aurélio Ferreira Viana

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Benefícios da Gestão por Competências

1 - É uma ferramenta que auxilia a organização a enxergar o que realmente precisa para treinar os colaboradores, evitando-se com isso perda de tempo e de investimentos.
2 - Permite que seja realizada uma padronização tanto das competências técnicas quanto comportamentais, para que um profissional assumirá um determinado cargo. Possibilitando, ainda, a obtenção clara de dados para realizar o LNT (Levantamento das Necessidades de Treinamentos), utilizando-se os gap's das competências exigidas e existentes.
3 - Padronização do processo de recrutamento de avaliação por competências.
4 - Clareza nos requisitos de contratação que agreguem valor ao negócio, ao mesmo tempo em que torna a organização um local atrativo para captação e retenção de talentos.
5 - Estímulo ao aumento da produtividade individual e das equipes.
6 - O ambiente torna-se participativo, uma vez que as pessoas têm ciência da importância do papel que exercem na empresa.
7 - Comprometimento dos colaboradores torna-se evidente, pois passam a ver sentido e valor nas suas atividades, melhorando, consequentemente, a autoestima e a motivação dos profissionais.
8 - Os líderes e as equipes tornam-se mais fortalecidas e com maior capacidade de superar desafios, inclusive, aqueles que se não bem conduzidos podem levar a conflitos e um índice preocupante de estresse.
9 - Os profissionais atuam com foco em resultados, com maior chance de acertos e de identificação de pontos falhos que precisam ser trabalhados.
10 - Consciência de que a competitividade faz parte do dia a dia e deve ser considerada como oportunidade, para que a organização apresente diferencial significativo no mercado.

Fonte: rh.com.br por Patricia Bispo

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O que todo profissional de vendas deve saber


1 – Goste do que faz: não esteja na profissão por falta de opção ou porque é o que te dá dinheiro
2 – Saiba ouvir:
trata-se do melhor caminho para descobrir as necessidades do potencial cliente. Em vez de dar as sugestões, pergunte mais
3 – Seja objetivo:
não tente enrolar o cliente; vá direto ao ponto que interessa
4 – Seja ético:
não minta ou engane para efetivar uma venda; a credibilidade vale mais do qualquer contrato fechado
5 – Seja ambicioso e positivo:
pense grande e sempre acredite no sucesso das suas vendas. Não venda o preço, venda a solução
6 – Seja humilde:
nunca ache que possui todo o conhecimento sobre a sua área; sempre é preciso aprender
7 – Seja ousado:
tenha a audácia para inovar e empreender dentro da sua empresa; muitas vezes será preciso improvisar
8 – Busque a empatia:
seja sempre educado e agradável com o potencial cliente; a gentileza abre portas
9 – Busque o conhecimento:
a constante capacitação pessoal e profissional leva à diferenciação
10 – Planeje-se:
defina onde quer chegar e como atingirá sua meta; organização, comprometimento e persistência ajudam a obter o sucesso

Fonte: pegn por Surama Ozório

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Conheça dicas de como evitar o endividamento

O aumento da taxa de inadimplência do consumidor de 5,34% em 2011, divulgado nesta sexta-feira (6), pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), não foi uma surpresa, de acordo com o presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos.
"Nos últimos anos observamos uma grande festa do consumo, a oferta de crédito foi muito grande e as pessoas não projetaram seus gastos para o futuro. Isso, somado com à falta de educação financeira, faz com que o reflexo seja sentido agora com o crescimento do número de consumidores que não conseguem arcar com seus compromissos", explica.
Para agravar ainda mais a situação, os juros bancários são exorbitantes e o educador financeiro Reinaldo Domingos diz que a grande maioria dos brasileiros recorre a empréstimos e linhas de créditos. Mas usar essas sem conhecer em detalhes o funcionamento do sistema, é uma das faces do comportamento de risco financeiro mais comum na cultura de endividamento.
Ciclo do endividamento
Segundo Domingos, o ciclo do endividamento se constitui de "causas" como analfabetismo financeiro, consumismo, marketing publicitário e crédito fácil; de "meios" como cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR -; e de "efeitos" como problemas conjugais, problemas de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e faltas no trabalho. "Para quebrar esse ciclo é necessário ajudar a ampliar o repertório da população sobre finanças, de forma consistente e carregada de sentido prático, para que assimilem, o mais cedo possível, a importância do equilíbrio financeiro para o bem-estar individual e social", afirma.
Em geral, Domingos explica que a ciranda financeira segue o seguinte compasso: se a prestação da casa ou do carro não está cabendo no orçamento, a pessoa passa a pagar todas as demais despesas no cartão de crédito, imaginando que assim sobrará recurso para pagar suas principais dívidas. Dentro de poucos meses, no entanto, já não conseguirá quitar a fatura do cartão e passará a pagar a parcela mínima, até que entre algum recurso extra. Mas isso não acontece e a saída é recorrer também ao cheque especial.
Chega o começo do outro mês e a história se repete. O salário recebido é suficiente apenas para cobrir o limite do cheque especial. Junto vem o débito referente aos juros do período mais a parcela mínima do cartão acompanhada de juros. Sem alternativa, deixa-se de pagar a prestação da casa ou do carro. Quando se dá conta, a pessoa está endividada de todos os lados, correndo o risco de ficar inadimplente e sem linhas de crédito. Há quem provoque a própria demissão para usar os recursos dos direitos trabalhistas para solucionar o problema. Quando percebem que o dinheiro não é suficiente buscam empréstimo. E assim vai até chegar ao fundo do poço.
De acordo com o educador financeiro, a solução é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, separando os itens em "essenciais" e "não essenciais", priorizando o pagamento das essenciais para evitar o corte de serviços indispensáveis. Deve-se também priorizar as dívidas que têm as taxas de juros mais altas. Provavelmente serão as dos empréstimos adquiridos junto ao sistema financeiro. Se assim for, o melhor é procurar o gerente e pedir que junte num mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos e negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios de 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente. A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não mais apenas os juros, e sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo. Se não houver possibilidade de acordo com a instituição financeira ou se a parcela negociada não couber no orçamento será melhor poupar para quando for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos, tenha melhores condições de negociar a quitação em valores menores.
O especialista propõe que o consumidor se faça as seguintes perguntas antes de qualquer compra:
  • Eu realmente preciso desse produto?
  • O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?
  • Se eu não comprar isso hoje, o que acontecerá?
  • Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima?
  • Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa ou por propaganda sedutora?
De acordo com Domingos, se mesmo diante deste questionamento, a pessoa concluir que realmente precisa comprar o produto, seria prudente fazer mais algumas perguntas como:
  • De quanto eu disponho efetivamente para gastar?
  • Tenho o dinheiro para comprar à vista?
  • Precisarei comprar a prazo e pagar juros?
  • Tenho o valor referente a uma parcela, mas o terei daqui a três, seis ou doze meses? 
  • Preciso do modelo mais sofisticado, ou um básico, mais em conta, atenderia perfeitamente à minha necessidade? 
 Fonte:Administradores.com.br

Novas regras para abertura de empresas limitadas

As novas regras para abertura de empresas limitadas no país entram em vigor a partir de hoje. Uma das principais mudanças é o fim da exigência de, no mínimo, dois sócios para a formação de uma companhia, com a criação da empresa individual de responsabilidade limitada. A Lei 12.441 também exige um capital mínimo de R$ 62.200 para quem quiser abrir uma empresa. 
Fonte:EBC

domingo, 8 de janeiro de 2012

Motivação para vencer!

Quando crianças, ouvimos os adultos afirmarem "menino, vai estudar para vencer na vida". Na maioria das vezes, esta afirmação está associada a "se dar bem na vida", "ganhar muito dinheiro".
Na prática, vemos tantas pessoas, empresários, artistas e outros que "se deram bem" sob esta ótica, mas, na verdade, são pessoas superficialmente felizes ou infelizes.
Afinal, o que é ser vitorioso? O que significa "vencer na vida"? Sucesso é um conceito social e um autoconceito ao mesmo tempo, então, vencer na vida é estar bem consigo mesmo.
Uma dona de casa que se esforça e consegue educar bem seus filhos é ou não uma vitoriosa, mesmo não tendo muito dinheiro? Um cientista que vive preso num laboratório, que não ganha milhões, mas tem a missão de contribuir para a ciência, ele é ou não um sucesso?
Depende do conceito de sucesso que cada pessoa tem. Sucesso para uns pode ser dinheiro, para outros, o reconhecimento, a família etc. Por que vemos pessoas ricas que vivem drogadas, que se matam? Ou pessoas que vieram de condições modestas e são muito mais felizes do que aquelas que nasceram com 50 milhões de dólares na conta e, talvez por isso mesmo, não possuem objetivos ou metas?
O ser humano precisa ter pelo que lutar. Isso é que é motivação. Eu imagino que motivação é tudo aquilo que você ainda não tem, ao contrário de satisfação, que é tudo o que você conseguiu.
Se eu não posso te motivar, posso lhe dar motivos para que você faça melhor e mais aquilo que você quer fazer. Ser feliz na sociedade contemporânea é algo muito amplo.
Um casal que conheço tem um filho que é músico de uma banda de rock e ele é absolutamente feliz, mesmo levando uma vida difícil e dura, para quem o observa de fora. Quando perguntam o que ele vai ser na vida, responde que já é um músico.
Agora, se analisarmos sob uma visão de empreendedorismo, ele seria um sucesso ou um fracasso? Quem poderá dizê-lo? Quem poderá ser o juiz da felicidade de alguém ou seu conceito de sucesso? E ainda, quantas histórias dessas viraram inclusive em fama e dinheiro.
Muitas vezes eu ouço assim: "Preciso motivar meus funcionários". Mas em muitos casos é muito difícil motivar um funcionário porque se ele der uma opinião sobre coisas novas, lá é proibido, não há espaço para essas coisas. E as condições de trabalho?
Como motivar? Primeiramente deve passar por perguntar sobre o que motiva! Motivar é trabalhar nas alternativas do meio ambiente que lhe deem os motivos suficientes para você fazer mais e melhor aquilo que deve.
Existe um ditado britânico que diz: "Eu posso levar meu cavalo até o rio, mas ele só vai beber água se ele quiser beber". Motivar é isso, é levar esse cavalo até o rio, sabendo que a quantidade de água que ele beberá irá depender dele.
Uma empresa necessita trabalhar em condições para que essa pessoa se motive. O que você poderá fazer para que seu filho tenha condições de vencer? Você lhe dará afetividade, equilíbrio emocional, suporte financeiro, para que ele encontre seu verdadeiro caminho.
Motivar é oferecer os motivos para que sejam vencidos os desafios. Como disse Martin Luther King: "Se um homem não descobre algo por que morrer, não está preparado para viver".
Eu vejo professores que ganham mal, mas que se preparam como se aquela fosse à aula de sua vida, e isso é bonito de ver. Possuem sentimento de missão. Não adianta querer vencer, é preciso preparar-se para vencer. Não basta rezar, é preciso ir ao encontro de Deus.
Winston Churchill que disse certa vez: "O mundo estaria arruinado se cada um somente cumprisse com a sua parte". Nunca vi nesta vida um desanimado que prosperasse. O fracasso só existe verdadeiramente para os desanimados, para os profetas do caos que estão sempre de plantão. Essas pessoas predizem que nada vai dar certo e acabam acertando, porque nada acaba mesmo dando certo.
A ideia é confiar mais. Precisamos ter mais certeza no positivo e sabemos que este se alimenta dos negativos. A grande dica é ver o que todo mundo vê e perceber o que ninguém percebe. Quem fizer isso, estará construindo o seu sucesso pessoal, fincado em rochas verdadeiras.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Comportamento do Emprego no Brasil


Fonte: Caged

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Entendendo a geração Y / C


Sucedida pela geração X, a geração Y nasceu em um período de muitos avanços tecnológicos. Os pais dessa geração sofreram muito economicamente e não querendo que seus filhos sofressem também, se dedicaram a dar na medida do possível tudo do bom e melhor para os seus filhos. Sendo assim essa geração cresceu na sua maioria acostumada a "ter o que quiserem". Geralmente na carreira profissional lutam por salários ambiciosos desde o início.
É uma geração conectada onde a internet mais do que nunca está presente em sua realidade, como também aparelhos de alta tecnologia como smartphones, notebooks e outros computadores portáteis.
Uma característica importante dessa geração é também a preocupação com o meio ambiente, preocupação essa que foi fruto do descuido pelo meio ambiente de gerações anteriores. Outra característica que se destaca é que a geração Y é extremamente competitiva.
A internet abre a porta para a nova geração: mamonas assassinas, computadores, plano real. Mais voltado pra ela, para o prazer. Não quer um trabalho fechado, um chefe que diga pra ele somente o que fazer. Quer participar! É impulsivo, impaciência, subir na carreira desde que sejam em pequenos passos, rapidamente (ironia né?)
Inquieta, olhar para fora, olhar para o mercado. Ver o que estão fazendo. Pressa para o reconhecimento, crescimento e geralmente mudam de emprego com facilidade se não estão satisfeitos, onde podemos ver exemplos de pessoas que são promovidas de ano em ano, e querem mais. Ou trabalharam em três empregos, em menos de dois anos. Incluindo ir pra empresa concorrente.
O que diferencia, é o modelo mental, por uma educação diferente. Chega com expectativas, querendo a cadeira de presidente. Pressa para o reconhecimento e crescimento profissional.
O jovem da geração Y trabalha e vive o seu dia a dia fazendo tudo ao mesmo tempo: ouvindo musica, acessando as redes sociais, mas não deixa de trabalhar. É a "liberdade" que o faz ter motivações para trabalhar.
A impaciência para reuniões ou a não preocupação com a hierarquia, indo direto ao presidente da empresa quando quer resolver algo.
A Geração C. é um termo criado por Dan Pankraz, diretor de planejamento e estratégia para o público jovem da DDB (Maior rede de agências de marketing e propaganda no mundo).
A letra "C" vem de Connected (Conectado) e também Content (Conteúdo) diferentemente das demais gerações, não é necessariamente composta por indivíduos nascidos em uma determinada época. O que une essas pessoas são o interesse por redes sociais, a necessidade de estarem conectados com seus pares e com o mundo e o acesso às informações disponíveis na rede. No entanto, se quisermos categorizar, podemos considerar que os indivíduos pertencentes à Geração C, são aqueles que nasceram após 1990, vivendo sua adolescência após o ano 2000.
Os indivíduos dessa geração se diferem das demais por terem sido influenciados por livros como Harry Potter , ícones públicos como Barack Obama e pelo grande acesso á aparelhos eletrônicos como os da Apple (iPods, iTunes, iPads, iPhone...), o que criou um sentido de liberdade política, cultural e de expressão maior do que em qualquer outra geração e da mesma forma também a maneira como estes indivíduos encaram os fatos, de forma realista, e a importância que dão aos bens materiais.
Em 2020 a Geração C representará o maior grupo de consumidores do mundo. E a ascensão desse grupo ao comando das empresas ao redor do mundo trará um impacto semelhante ao da Revolução Industrial e a forma como hoje as empresas lidam com ela determinará não só o sucesso futuro destas, mas também sua sobrevivência.
Basicamente o que diferencia as duas gerações é que uma tem haver realmente com o período em que a geração nasceu e a outra tem haver com grupos de pessoas com as mesmas características independentemente de sua idade.
Os indivíduos provenientes dessas gerações utilizam a tecnologia como meio de se comunicar, relacionar e comprar.

Reajuste do mínimo e aumento do consumo devem sustentar economia brasileira em 2012, acredita CNDL

Aumento do poder aquisitivo da classe C irá estimular o consumo interno e os investimentos em poupanças; inadimplência deve se retrair.

A injeção de R$ 47 bilhões na economia oriundos do reajuste do salário mínimo e a crescente presença da Classe C no mercado de consumo deverão fazer do comércio o setor com melhor desempenho no Brasil em 2012. A análise é do presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), economista Roque Pellizzaro Junior, para quem a manutenção do nível de emprego no País será o maior desafio do próximo ano.

"Com o amadurecimento do nosso mercado, o varejo deverá sofrer mudanças em sua atividade para se adequar a esta nova fase. Com esta ótica, os varejistas já reestruturam seus planos de expansão dos pontos de venda, assim como o mix de seus produtos", avalia Pellizzaro. Segundo ele, esta tendência deverá se generalizar ao longo de 2012.

A participação da Classe C no mercado depende, no entanto, da manutenção do emprego. Considerado a coluna de sustentação da economia nacional por meio do consumo das famílias, o nível de emprego tem apresentado acomodação segundo os últimos números apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que deverá fazer deste indicador o principal foco de atenção do Governo para o próximo ano.

O crescimento do PIB em 2012 não deverá ser superior a 3,5%, acredita Pellizzaro. Os números dos dois últimos trimestres associados à instabilidade nos mercados internacionais e à tendência de acomodação do consumo interno justificam a análise do economista.

Poder de compra

Outros fatores importantes para o desempenho do comércio no próximo ano estão ligados à manutenção do poder de compra dos consumidores. A inadimplência, embora tenha crescido por dez meses consecutivos em 2011, como demonstraram os dados do SPC Brasil, deverá apresentar reversão de tendência nos primeiros meses do ano com a entrada de recursos do novo salário mínimo (14% superior) e acomodação da demanda da "nova classe C", acredita Pellizzaro.

Segundo o presidente da CNDL, a inflação, considerada um dos causadores da inadimplência e do alto endividamento que levaram a desaceleração nas vendas nos dois últimos meses de 2011, em especial no Natal, deverá ser menor em 2012 do que a registrada este ano. O índice de custo de vida, no entanto, deverá se manter acima do centro da meta do Governo, de 4,5%. "O Banco Central não poderá atuar com uma política de juros altos sob pena de paralisação econômica no Brasil", prevê o presidente da CNDL, referindo-se à taxa Selic, principal instrumento para conter os preços.

Pellizaro acredita que o Banco Central deve manter a trajetória de queda da taxa básica até que atinja juros reais (juros menos inflação) de 5% ao ano. A taxa básica de juros é hoje de 11 % ao ano e a última projeção do mercado para a inflação de 2011 é de 6,54%. "A preocupação com a inflação estará no centro das atenções do BC, mas a redução na atividade econômica também".  


Fonte: Redação Administradores