segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
As Aparências Enganam!
Quando um gerente de loja vê um consumidor entrar no seu espaço comercial, sua íris envia ao cérebro uma mensagem altamente perigosa: "ali está vindo um Ser Humano, nosso cliente, que é muito parecido com o mesmo cliente de 10 anos atrás. Veja só: ele está vestindo calça, camiseta, tênis, meia, usa óculos. Tudo muito parecido a outrora. Até seu cabelo é igual ao da década passada". Se ele não mudou, nós também não precisamos mudar. É neste momento que caímos na cilada das aparências. Elas enganam, e como! Este aparato externo, que podemos chamar de "corpo", está hoje carregando um cérebro completamente diferente. Justificativa: nós vivemos o que nós sabemos e aprendemos. Este consumidor, em verdade, foi de forma ativa e passiva guerreiro de uma das mais sérias revoluções que ocorreu em toda história do mundo dos negócios. Em apenas dez anos ele se transformou de plebeu (bobo da corte talvez seja mais apropriado) em majestade absoluta. Mesmo os mais esquecidos, devem se lembrar como eram tratados quando queriam comprar um carro ou um telefone. O que hoje se denomina "encantamento do cliente" caminhava na via inversa do "encantamento do fornecedor". Um vendedor de aço ou de madeira aglomerada lhe fazia um grande favor quando garantia a sua cota e lhe vendia o produto antes da virada da tabela. (arghf!!!!! No final de cada mês)Hoje o jogo mudou. A decisão de quem o cliente vai escolher, para ser seu fornecedor está literalmente na ponta de seus dedos. Veja o caso do telefone: o "21" não funcionando é imediatamente substituído pelo "15" ou pelo "23". Quero trocar de carro? Não há problema. Hoje no Brasil temos mais de 200 opções. Saímos da época em que nosso leque de alternativas ficava no fatídico quarteto: Corcel, Opala, Passat e Fiat 147.
Da classe média para cima o brasileiro conheceu o mundo. Este cérebro diferente de hoje já sabe fazer comparações, e muito inteligentes. Ele sabe (porque viveu) o que é a excelência Disney ou a qualidade Saint Germain de Prés. No avião ele já vê (e pisa) o tapete vermelho. Se ficar por aqui, ele compara o banheiro do supermercado com as instalações do Mc Donalds ou do Outback.
Em verdade, seu modelo mental, seu leque de paradigmas, incorporou 500 vezes o que poderíamos chamar de teoria do consumidor. Isto mesmo, ele há quinze anos atrás não sabia nem 0.5% do que sabe hoje. Seja porque comeu macarrão italiano, tomou vinho francês ou provou queijo suíço.
Um cuidado adicional: cada vez mais esta coisa física (de novo o corpo) estará entrando menos na sua loja. Se ele não gostar de filas (é claro que há quem goste) ou tiver outras preferências mais nobres (como trabalhar, amar, estudar, ficar com os filhos) seu tomate e cenoura chegarão virtualmente pela rede. Quando isso ocorrer, talvez se chegue ao momento máximo da evolução. O consumidor definirá o preço que quer pagar. Leilão eletrônico, passará a ser ferramenta normal em qualquer atividade. Cuidado com o paradigma da calça e da camiseta. As aparências enganam.
Fonte: guiarh.com.br por Marco Aurélio Ferreira Viana
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Benefícios da Gestão por Competências
1 - É uma ferramenta que auxilia a organização a enxergar o que realmente precisa para treinar os colaboradores, evitando-se com isso perda de tempo e de investimentos.
2 - Permite que seja realizada uma padronização tanto das competências técnicas quanto comportamentais, para que um profissional assumirá um determinado cargo. Possibilitando, ainda, a obtenção clara de dados para realizar o LNT (Levantamento das Necessidades de Treinamentos), utilizando-se os gap's das competências exigidas e existentes.
3 - Padronização do processo de recrutamento de avaliação por competências.
4 - Clareza nos requisitos de contratação que agreguem valor ao negócio, ao mesmo tempo em que torna a organização um local atrativo para captação e retenção de talentos.
5 - Estímulo ao aumento da produtividade individual e das equipes.
6 - O ambiente torna-se participativo, uma vez que as pessoas têm ciência da importância do papel que exercem na empresa.
7 - Comprometimento dos colaboradores torna-se evidente, pois passam a ver sentido e valor nas suas atividades, melhorando, consequentemente, a autoestima e a motivação dos profissionais.
8 - Os líderes e as equipes tornam-se mais fortalecidas e com maior capacidade de superar desafios, inclusive, aqueles que se não bem conduzidos podem levar a conflitos e um índice preocupante de estresse.
9 - Os profissionais atuam com foco em resultados, com maior chance de acertos e de identificação de pontos falhos que precisam ser trabalhados.
10 - Consciência de que a competitividade faz parte do dia a dia e deve ser considerada como oportunidade, para que a organização apresente diferencial significativo no mercado.
Fonte: rh.com.br por Patricia Bispo
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O que todo profissional de vendas deve saber
1 – Goste do que faz: não esteja na profissão por falta de opção ou porque é o que te dá dinheiro
2 – Saiba ouvir: trata-se do melhor caminho para descobrir as necessidades do potencial cliente. Em vez de dar as sugestões, pergunte mais
3 – Seja objetivo: não tente enrolar o cliente; vá direto ao ponto que interessa
4 – Seja ético: não minta ou engane para efetivar uma venda; a credibilidade vale mais do qualquer contrato fechado
5 – Seja ambicioso e positivo: pense grande e sempre acredite no sucesso das suas vendas. Não venda o preço, venda a solução
6 – Seja humilde: nunca ache que possui todo o conhecimento sobre a sua área; sempre é preciso aprender
7 – Seja ousado: tenha a audácia para inovar e empreender dentro da sua empresa; muitas vezes será preciso improvisar
8 – Busque a empatia: seja sempre educado e agradável com o potencial cliente; a gentileza abre portas
9 – Busque o conhecimento: a constante capacitação pessoal e profissional leva à diferenciação
10 – Planeje-se: defina onde quer chegar e como atingirá sua meta; organização, comprometimento e persistência ajudam a obter o sucesso
2 – Saiba ouvir: trata-se do melhor caminho para descobrir as necessidades do potencial cliente. Em vez de dar as sugestões, pergunte mais
3 – Seja objetivo: não tente enrolar o cliente; vá direto ao ponto que interessa
4 – Seja ético: não minta ou engane para efetivar uma venda; a credibilidade vale mais do qualquer contrato fechado
5 – Seja ambicioso e positivo: pense grande e sempre acredite no sucesso das suas vendas. Não venda o preço, venda a solução
6 – Seja humilde: nunca ache que possui todo o conhecimento sobre a sua área; sempre é preciso aprender
7 – Seja ousado: tenha a audácia para inovar e empreender dentro da sua empresa; muitas vezes será preciso improvisar
8 – Busque a empatia: seja sempre educado e agradável com o potencial cliente; a gentileza abre portas
9 – Busque o conhecimento: a constante capacitação pessoal e profissional leva à diferenciação
10 – Planeje-se: defina onde quer chegar e como atingirá sua meta; organização, comprometimento e persistência ajudam a obter o sucesso
Fonte: pegn por Surama Ozório
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Conheça dicas de como evitar o endividamento
O aumento da taxa de inadimplência do consumidor de 5,34% em 2011, divulgado nesta sexta-feira (6), pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), não foi uma surpresa, de acordo com o presidente do Instituto DSOP de Educação Financeira, Reinaldo Domingos.
"Nos últimos anos observamos uma grande festa do consumo, a oferta de crédito foi muito grande e as pessoas não projetaram seus gastos para o futuro. Isso, somado com à falta de educação financeira, faz com que o reflexo seja sentido agora com o crescimento do número de consumidores que não conseguem arcar com seus compromissos", explica.
Para agravar ainda mais a situação, os juros bancários são exorbitantes e o educador financeiro Reinaldo Domingos diz que a grande maioria dos brasileiros recorre a empréstimos e linhas de créditos. Mas usar essas sem conhecer em detalhes o funcionamento do sistema, é uma das faces do comportamento de risco financeiro mais comum na cultura de endividamento.
Ciclo do endividamento
Segundo Domingos, o ciclo do endividamento se constitui de "causas" como analfabetismo financeiro, consumismo, marketing publicitário e crédito fácil; de "meios" como cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR -; e de "efeitos" como problemas conjugais, problemas de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e faltas no trabalho. "Para quebrar esse ciclo é necessário ajudar a ampliar o repertório da população sobre finanças, de forma consistente e carregada de sentido prático, para que assimilem, o mais cedo possível, a importância do equilíbrio financeiro para o bem-estar individual e social", afirma.
Em geral, Domingos explica que a ciranda financeira segue o seguinte compasso: se a prestação da casa ou do carro não está cabendo no orçamento, a pessoa passa a pagar todas as demais despesas no cartão de crédito, imaginando que assim sobrará recurso para pagar suas principais dívidas. Dentro de poucos meses, no entanto, já não conseguirá quitar a fatura do cartão e passará a pagar a parcela mínima, até que entre algum recurso extra. Mas isso não acontece e a saída é recorrer também ao cheque especial.
Chega o começo do outro mês e a história se repete. O salário recebido é suficiente apenas para cobrir o limite do cheque especial. Junto vem o débito referente aos juros do período mais a parcela mínima do cartão acompanhada de juros. Sem alternativa, deixa-se de pagar a prestação da casa ou do carro. Quando se dá conta, a pessoa está endividada de todos os lados, correndo o risco de ficar inadimplente e sem linhas de crédito. Há quem provoque a própria demissão para usar os recursos dos direitos trabalhistas para solucionar o problema. Quando percebem que o dinheiro não é suficiente buscam empréstimo. E assim vai até chegar ao fundo do poço.
De acordo com o educador financeiro, a solução é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, separando os itens em "essenciais" e "não essenciais", priorizando o pagamento das essenciais para evitar o corte de serviços indispensáveis. Deve-se também priorizar as dívidas que têm as taxas de juros mais altas. Provavelmente serão as dos empréstimos adquiridos junto ao sistema financeiro. Se assim for, o melhor é procurar o gerente e pedir que junte num mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos e negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios de 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente. A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não mais apenas os juros, e sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo. Se não houver possibilidade de acordo com a instituição financeira ou se a parcela negociada não couber no orçamento será melhor poupar para quando for procurado pelas empresas de recuperação de crédito contratadas pelos bancos, tenha melhores condições de negociar a quitação em valores menores.
O especialista propõe que o consumidor se faça as seguintes perguntas antes de qualquer compra:
- Eu realmente preciso desse produto?
- O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?
- Se eu não comprar isso hoje, o que acontecerá?
- Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima?
- Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa ou por propaganda sedutora?
De acordo com Domingos, se mesmo diante deste questionamento, a pessoa concluir que realmente precisa comprar o produto, seria prudente fazer mais algumas perguntas como:
- De quanto eu disponho efetivamente para gastar?
- Tenho o dinheiro para comprar à vista?
- Precisarei comprar a prazo e pagar juros?
- Tenho o valor referente a uma parcela, mas o terei daqui a três, seis ou doze meses?
- Preciso do modelo mais sofisticado, ou um básico, mais em conta, atenderia perfeitamente à minha necessidade?
Fonte:Administradores.com.br
Novas regras para abertura de empresas limitadas
As novas regras para abertura de empresas limitadas no país entram em vigor a partir de hoje. Uma das principais mudanças é o fim da exigência de, no mínimo, dois sócios para a formação de uma companhia, com a criação da empresa individual de responsabilidade limitada. A Lei 12.441 também exige um capital mínimo de R$ 62.200 para quem quiser abrir uma empresa.
Fonte:EBC
domingo, 8 de janeiro de 2012
Motivação para vencer!
Quando crianças, ouvimos os adultos afirmarem "menino, vai estudar para vencer na vida". Na maioria das vezes, esta afirmação está associada a "se dar bem na vida", "ganhar muito dinheiro".
Na prática, vemos tantas pessoas, empresários, artistas e outros que "se deram bem" sob esta ótica, mas, na verdade, são pessoas superficialmente felizes ou infelizes.
Afinal, o que é ser vitorioso? O que significa "vencer na vida"? Sucesso é um conceito social e um autoconceito ao mesmo tempo, então, vencer na vida é estar bem consigo mesmo.
Afinal, o que é ser vitorioso? O que significa "vencer na vida"? Sucesso é um conceito social e um autoconceito ao mesmo tempo, então, vencer na vida é estar bem consigo mesmo.
Uma dona de casa que se esforça e consegue educar bem seus filhos é ou não uma vitoriosa, mesmo não tendo muito dinheiro? Um cientista que vive preso num laboratório, que não ganha milhões, mas tem a missão de contribuir para a ciência, ele é ou não um sucesso?
Depende do conceito de sucesso que cada pessoa tem. Sucesso para uns pode ser dinheiro, para outros, o reconhecimento, a família etc. Por que vemos pessoas ricas que vivem drogadas, que se matam? Ou pessoas que vieram de condições modestas e são muito mais felizes do que aquelas que nasceram com 50 milhões de dólares na conta e, talvez por isso mesmo, não possuem objetivos ou metas?
O ser humano precisa ter pelo que lutar. Isso é que é motivação. Eu imagino que motivação é tudo aquilo que você ainda não tem, ao contrário de satisfação, que é tudo o que você conseguiu.
Se eu não posso te motivar, posso lhe dar motivos para que você faça melhor e mais aquilo que você quer fazer. Ser feliz na sociedade contemporânea é algo muito amplo.
Um casal que conheço tem um filho que é músico de uma banda de rock e ele é absolutamente feliz, mesmo levando uma vida difícil e dura, para quem o observa de fora. Quando perguntam o que ele vai ser na vida, responde que já é um músico.
Agora, se analisarmos sob uma visão de empreendedorismo, ele seria um sucesso ou um fracasso? Quem poderá dizê-lo? Quem poderá ser o juiz da felicidade de alguém ou seu conceito de sucesso? E ainda, quantas histórias dessas viraram inclusive em fama e dinheiro.
Muitas vezes eu ouço assim: "Preciso motivar meus funcionários". Mas em muitos casos é muito difícil motivar um funcionário porque se ele der uma opinião sobre coisas novas, lá é proibido, não há espaço para essas coisas. E as condições de trabalho?
Como motivar? Primeiramente deve passar por perguntar sobre o que motiva! Motivar é trabalhar nas alternativas do meio ambiente que lhe deem os motivos suficientes para você fazer mais e melhor aquilo que deve.
Existe um ditado britânico que diz: "Eu posso levar meu cavalo até o rio, mas ele só vai beber água se ele quiser beber". Motivar é isso, é levar esse cavalo até o rio, sabendo que a quantidade de água que ele beberá irá depender dele.
Uma empresa necessita trabalhar em condições para que essa pessoa se motive. O que você poderá fazer para que seu filho tenha condições de vencer? Você lhe dará afetividade, equilíbrio emocional, suporte financeiro, para que ele encontre seu verdadeiro caminho.
Motivar é oferecer os motivos para que sejam vencidos os desafios. Como disse Martin Luther King: "Se um homem não descobre algo por que morrer, não está preparado para viver".
Eu vejo professores que ganham mal, mas que se preparam como se aquela fosse à aula de sua vida, e isso é bonito de ver. Possuem sentimento de missão. Não adianta querer vencer, é preciso preparar-se para vencer. Não basta rezar, é preciso ir ao encontro de Deus.
Winston Churchill que disse certa vez: "O mundo estaria arruinado se cada um somente cumprisse com a sua parte". Nunca vi nesta vida um desanimado que prosperasse. O fracasso só existe verdadeiramente para os desanimados, para os profetas do caos que estão sempre de plantão. Essas pessoas predizem que nada vai dar certo e acabam acertando, porque nada acaba mesmo dando certo.
A ideia é confiar mais. Precisamos ter mais certeza no positivo e sabemos que este se alimenta dos negativos. A grande dica é ver o que todo mundo vê e perceber o que ninguém percebe. Quem fizer isso, estará construindo o seu sucesso pessoal, fincado em rochas verdadeiras.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Entendendo a geração Y / C
Sucedida pela geração X, a geração Y nasceu em um período de muitos avanços tecnológicos. Os pais dessa geração sofreram muito economicamente e não querendo que seus filhos sofressem também, se dedicaram a dar na medida do possível tudo do bom e melhor para os seus filhos. Sendo assim essa geração cresceu na sua maioria acostumada a "ter o que quiserem". Geralmente na carreira profissional lutam por salários ambiciosos desde o início.É uma geração conectada onde a internet mais do que nunca está presente em sua realidade, como também aparelhos de alta tecnologia como smartphones, notebooks e outros computadores portáteis.
Uma característica importante dessa geração é também a preocupação com o meio ambiente, preocupação essa que foi fruto do descuido pelo meio ambiente de gerações anteriores. Outra característica que se destaca é que a geração Y é extremamente competitiva.
A internet abre a porta para a nova geração: mamonas assassinas, computadores, plano real. Mais voltado pra ela, para o prazer. Não quer um trabalho fechado, um chefe que diga pra ele somente o que fazer. Quer participar! É impulsivo, impaciência, subir na carreira desde que sejam em pequenos passos, rapidamente (ironia né?)
Inquieta, olhar para fora, olhar para o mercado. Ver o que estão fazendo. Pressa para o reconhecimento, crescimento e geralmente mudam de emprego com facilidade se não estão satisfeitos, onde podemos ver exemplos de pessoas que são promovidas de ano em ano, e querem mais. Ou trabalharam em três empregos, em menos de dois anos. Incluindo ir pra empresa concorrente.
O que diferencia, é o modelo mental, por uma educação diferente. Chega com expectativas, querendo a cadeira de presidente. Pressa para o reconhecimento e crescimento profissional.
O jovem da geração Y trabalha e vive o seu dia a dia fazendo tudo ao mesmo tempo: ouvindo musica, acessando as redes sociais, mas não deixa de trabalhar. É a "liberdade" que o faz ter motivações para trabalhar.
A impaciência para reuniões ou a não preocupação com a hierarquia, indo direto ao presidente da empresa quando quer resolver algo.
A Geração C. é um termo criado por Dan Pankraz, diretor de planejamento e estratégia para o público jovem da DDB (Maior rede de agências de marketing e propaganda no mundo).
A letra "C" vem de Connected (Conectado) e também Content (Conteúdo) diferentemente das demais gerações, não é necessariamente composta por indivíduos nascidos em uma determinada época. O que une essas pessoas são o interesse por redes sociais, a necessidade de estarem conectados com seus pares e com o mundo e o acesso às informações disponíveis na rede. No entanto, se quisermos categorizar, podemos considerar que os indivíduos pertencentes à Geração C, são aqueles que nasceram após 1990, vivendo sua adolescência após o ano 2000.
Os indivíduos dessa geração se diferem das demais por terem sido influenciados por livros como Harry Potter , ícones públicos como Barack Obama e pelo grande acesso á aparelhos eletrônicos como os da Apple (iPods, iTunes, iPads, iPhone...), o que criou um sentido de liberdade política, cultural e de expressão maior do que em qualquer outra geração e da mesma forma também a maneira como estes indivíduos encaram os fatos, de forma realista, e a importância que dão aos bens materiais.
Em 2020 a Geração C representará o maior grupo de consumidores do mundo. E a ascensão desse grupo ao comando das empresas ao redor do mundo trará um impacto semelhante ao da Revolução Industrial e a forma como hoje as empresas lidam com ela determinará não só o sucesso futuro destas, mas também sua sobrevivência.
Basicamente o que diferencia as duas gerações é que uma tem haver realmente com o período em que a geração nasceu e a outra tem haver com grupos de pessoas com as mesmas características independentemente de sua idade.
Os indivíduos provenientes dessas gerações utilizam a tecnologia como meio de se comunicar, relacionar e comprar.
Reajuste do mínimo e aumento do consumo devem sustentar economia brasileira em 2012, acredita CNDL
Aumento do poder aquisitivo da classe C irá estimular o consumo interno e os investimentos em poupanças; inadimplência deve se retrair.
A injeção de R$ 47 bilhões na economia oriundos do reajuste do salário mínimo e a crescente presença da Classe C no mercado de consumo deverão fazer do comércio o setor com melhor desempenho no Brasil em 2012. A análise é do presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), economista Roque Pellizzaro Junior, para quem a manutenção do nível de emprego no País será o maior desafio do próximo ano.
"Com o amadurecimento do nosso mercado, o varejo deverá sofrer mudanças em sua atividade para se adequar a esta nova fase. Com esta ótica, os varejistas já reestruturam seus planos de expansão dos pontos de venda, assim como o mix de seus produtos", avalia Pellizzaro. Segundo ele, esta tendência deverá se generalizar ao longo de 2012.
A participação da Classe C no mercado depende, no entanto, da manutenção do emprego. Considerado a coluna de sustentação da economia nacional por meio do consumo das famílias, o nível de emprego tem apresentado acomodação segundo os últimos números apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que deverá fazer deste indicador o principal foco de atenção do Governo para o próximo ano.
O crescimento do PIB em 2012 não deverá ser superior a 3,5%, acredita Pellizzaro. Os números dos dois últimos trimestres associados à instabilidade nos mercados internacionais e à tendência de acomodação do consumo interno justificam a análise do economista.
Poder de compra
Outros fatores importantes para o desempenho do comércio no próximo ano estão ligados à manutenção do poder de compra dos consumidores. A inadimplência, embora tenha crescido por dez meses consecutivos em 2011, como demonstraram os dados do SPC Brasil, deverá apresentar reversão de tendência nos primeiros meses do ano com a entrada de recursos do novo salário mínimo (14% superior) e acomodação da demanda da "nova classe C", acredita Pellizzaro.
Segundo o presidente da CNDL, a inflação, considerada um dos causadores da inadimplência e do alto endividamento que levaram a desaceleração nas vendas nos dois últimos meses de 2011, em especial no Natal, deverá ser menor em 2012 do que a registrada este ano. O índice de custo de vida, no entanto, deverá se manter acima do centro da meta do Governo, de 4,5%. "O Banco Central não poderá atuar com uma política de juros altos sob pena de paralisação econômica no Brasil", prevê o presidente da CNDL, referindo-se à taxa Selic, principal instrumento para conter os preços.
Pellizaro acredita que o Banco Central deve manter a trajetória de queda da taxa básica até que atinja juros reais (juros menos inflação) de 5% ao ano. A taxa básica de juros é hoje de 11 % ao ano e a última projeção do mercado para a inflação de 2011 é de 6,54%. "A preocupação com a inflação estará no centro das atenções do BC, mas a redução na atividade econômica também".
"Com o amadurecimento do nosso mercado, o varejo deverá sofrer mudanças em sua atividade para se adequar a esta nova fase. Com esta ótica, os varejistas já reestruturam seus planos de expansão dos pontos de venda, assim como o mix de seus produtos", avalia Pellizzaro. Segundo ele, esta tendência deverá se generalizar ao longo de 2012.
A participação da Classe C no mercado depende, no entanto, da manutenção do emprego. Considerado a coluna de sustentação da economia nacional por meio do consumo das famílias, o nível de emprego tem apresentado acomodação segundo os últimos números apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que deverá fazer deste indicador o principal foco de atenção do Governo para o próximo ano.
O crescimento do PIB em 2012 não deverá ser superior a 3,5%, acredita Pellizzaro. Os números dos dois últimos trimestres associados à instabilidade nos mercados internacionais e à tendência de acomodação do consumo interno justificam a análise do economista.
Poder de compra
Outros fatores importantes para o desempenho do comércio no próximo ano estão ligados à manutenção do poder de compra dos consumidores. A inadimplência, embora tenha crescido por dez meses consecutivos em 2011, como demonstraram os dados do SPC Brasil, deverá apresentar reversão de tendência nos primeiros meses do ano com a entrada de recursos do novo salário mínimo (14% superior) e acomodação da demanda da "nova classe C", acredita Pellizzaro.
Segundo o presidente da CNDL, a inflação, considerada um dos causadores da inadimplência e do alto endividamento que levaram a desaceleração nas vendas nos dois últimos meses de 2011, em especial no Natal, deverá ser menor em 2012 do que a registrada este ano. O índice de custo de vida, no entanto, deverá se manter acima do centro da meta do Governo, de 4,5%. "O Banco Central não poderá atuar com uma política de juros altos sob pena de paralisação econômica no Brasil", prevê o presidente da CNDL, referindo-se à taxa Selic, principal instrumento para conter os preços.
Pellizaro acredita que o Banco Central deve manter a trajetória de queda da taxa básica até que atinja juros reais (juros menos inflação) de 5% ao ano. A taxa básica de juros é hoje de 11 % ao ano e a última projeção do mercado para a inflação de 2011 é de 6,54%. "A preocupação com a inflação estará no centro das atenções do BC, mas a redução na atividade econômica também".
Fonte: Redação Administradores
sábado, 17 de dezembro de 2011
Marketing Olfativo: Que cheiro tem sua marca?
Alguma vez você já se perguntou que aroma têm as marcas?
Por que o aroma de um creme solar lembra as férias? Por que o cheiro da fumaça da lenha queimada lembra uma imagem de inverno em família? Até há pouco tempo, ninguém parava para pensar nessas perguntas, e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente. A maior parte das empresas baseia sua identidade corporativa na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário dos estabelecimentos) e no som (o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão). Contudo, a emoção que evoca um odor pode ser decisiva na hora da compra e é possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir. Pode inclusive servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa. “Há uma mudança de tendência muito importante no processo de escolha do consumidor”, observa Roberto Álvarez del Blanco, professor de Marketing do Instituto de Empresa (IE). Isto se deve à neuroeconomia, “que é a combinação da neurociência, da economia e da psicologia no estudo do processo de escolha dos indivíduos. Esta ciência analisa o papel do cérebro quando a pessoa avalia uma decisão a tomar, quando examina os riscos e as recompensas e a forma como as pessoas interagem umas com as outras”, explica. De acordo com o professor do IE, esse conhecimento permite, por exemplo, “que compreendamos com exatidão a resposta humana diante das cores, da luz e dos aromas”. Contudo, Gerard Costa, professor de Marketing da escola de negócios Esade, diz que não estamos diante de uma mudança de tendência. “A experiência relativa à percepção dos odores corporativos, porém, requer uma técnica ainda muito incipiente”, observa.
Marketing olfativo
A técnica do “marketing olfativo” é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional. Chegar às profundezas do cérebro do espectador está na moda. Trata-se de uma técnica cujos efeitos perduram por vários anos seguidos. “Ela surge do convencimento de que os objetos têm aroma. Partindo dessa premissa, descobre-se que as pessoas, as casas, as comunidades, as cidades, e até mesmo os países, têm seu próprio aroma”, observa Álvarez del Blanco.
Costa diz que o termo marketing olfativo entrou na moda há cerca de 15 anos, quando se começou a trabalhar com o neuromarketing. “A tendência chegou primeiramente pela publicidade subliminar e, desde então, estudam-se os estímulos que afetam positivamente o cérebro”. Além disso, somam-se ao estudo as recentes pesquisas acadêmicas de caráter científico, estabelecendo-se uma distinção entre “a associação de cheiros às lojas e o projeto de um odor corporativo”.
EUA e Japão são os países onde há mais empresas “olfativas”, isto é, companhias que investem em um cheiro próprio por meio de dispositivos que espalham perfumes nas lojas (ambientadores). A Muzak, provedora de trilha musical personalizada, produz agora também ambientadores para as empresas. A Singapur Airlines aposta no marketing dos cinco sentidos para atingir um público selecionado; a Disney utiliza essa ferramenta há 15 anos em seus parques temáticos. Primeiro, a produtora americana deu um toque de realismo a seu público de filmes de ação ao introduzir cheiro de pólvora e de borracha queimada nas salas. Depois, impregnou as ruas e parques com cheiro de pipoca para despertar o apetite dos seus clientes. O sucesso da técnica empregada pela Disney incentivou a cadeia de hotéis Hilton e Sheraton, os restaurantes Hard Rock, a linha de automóveis de luxo Lexus e a produtora de cinema Paramount a fazerem o mesmo.
Por que todos os carros novos têm o mesmo cheiro?
Pense, por exemplo, no que acontece quando o vendedor de automóveis lhe passa as instruções sobre o novo carro que você acaba de comprar. Além de se referir à beleza dele, elogiar seu espaço interno, suas linhas modernas, o carro novo também cheira a novo, não é verdade? Não é coincidência o fato de que todos os carros novos “cheirem a novo”. Trata-se de um odor resultante de muitas horas de dedicação de um grupo de especialistas no assunto. “Há aromas específicos e outros que são universais”, explica Álvarez del Blanco. E acrescenta: “Não podemos nos esquecer de que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato. Cerca de 60% estão hoje inativos. O ser humano pode distinguir entre dez mil odores distintos. Não é nada comparável aos cães, que são capazes de identificar cem mil, e aos ratos, que conseguem diferenciar entre 200.000 odores.”
Contudo, criar o aroma de uma marca não é nada fácil. Costa explica que “deveria ser um processo baseado no posicionamento que desejo dar à minha marca, além de ser algo integrado ao mix de marketing de minha empresa e coerente com ele”. O professor da Esade cita como exemplo o sucesso mundial da Singapur Airlines, que “soube construir um odor específico para sua marca em sintonia com outros aspectos do marketing da empresa tomando por base no posicionamento que queria dar à companhia: um toque oriental”.
Em 2003, o marketing de aromas movimentou cerca de 30 milhões de dólares em todo o mundo, e espera-se que chegue a 220 milhões em 2010. Na Espanha, o marketing do olfato é uma técnica ainda incipiente, embora o mercado de ambientadores para o lar e para o automóvel tenha crescido 74% nos últimos quatro anos. Ambos os professores concordam que esse marketing encontra-se ainda em fase inicial, e que ainda há um longo caminho a percorrer. “Nos EUA, o marketing de odores encontra-se mais avançado do que em qualquer outro lugar. Na Espanha, ainda é cedo para uma avaliação. O setor que mais investe nesse tipo de marketing é, principalmente, o de automóveis”, lembra Álvarez del Blanco.
A A de Aroma, uma empresa com um mês de funcionamento, trabalha com a identidade olfativa das empresas de alimento de preparo rápido Pans & Company, Rodilla e Dunkin’ Donuts, mas atua também em outros setores: ela tem entre seus clientes a Telefônica (telecomunicações), Cinesa (cinema), AC Hoteles y Mango (moda). A A de Aroma elabora fragrâncias personalizadas para cada empresa em função dos valores que a marca deseja reforçar, e implanta dispensadores de perfumes em seu estabelecimentos cujos cartuchos são trocados uma vez por mês.
Pense, por exemplo, no que acontece quando o vendedor de automóveis lhe passa as instruções sobre o novo carro que você acaba de comprar. Além de se referir à beleza dele, elogiar seu espaço interno, suas linhas modernas, o carro novo também cheira a novo, não é verdade? Não é coincidência o fato de que todos os carros novos “cheirem a novo”. Trata-se de um odor resultante de muitas horas de dedicação de um grupo de especialistas no assunto. “Há aromas específicos e outros que são universais”, explica Álvarez del Blanco. E acrescenta: “Não podemos nos esquecer de que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato. Cerca de 60% estão hoje inativos. O ser humano pode distinguir entre dez mil odores distintos. Não é nada comparável aos cães, que são capazes de identificar cem mil, e aos ratos, que conseguem diferenciar entre 200.000 odores.”
Contudo, criar o aroma de uma marca não é nada fácil. Costa explica que “deveria ser um processo baseado no posicionamento que desejo dar à minha marca, além de ser algo integrado ao mix de marketing de minha empresa e coerente com ele”. O professor da Esade cita como exemplo o sucesso mundial da Singapur Airlines, que “soube construir um odor específico para sua marca em sintonia com outros aspectos do marketing da empresa tomando por base no posicionamento que queria dar à companhia: um toque oriental”.
Em 2003, o marketing de aromas movimentou cerca de 30 milhões de dólares em todo o mundo, e espera-se que chegue a 220 milhões em 2010. Na Espanha, o marketing do olfato é uma técnica ainda incipiente, embora o mercado de ambientadores para o lar e para o automóvel tenha crescido 74% nos últimos quatro anos. Ambos os professores concordam que esse marketing encontra-se ainda em fase inicial, e que ainda há um longo caminho a percorrer. “Nos EUA, o marketing de odores encontra-se mais avançado do que em qualquer outro lugar. Na Espanha, ainda é cedo para uma avaliação. O setor que mais investe nesse tipo de marketing é, principalmente, o de automóveis”, lembra Álvarez del Blanco.
A A de Aroma, uma empresa com um mês de funcionamento, trabalha com a identidade olfativa das empresas de alimento de preparo rápido Pans & Company, Rodilla e Dunkin’ Donuts, mas atua também em outros setores: ela tem entre seus clientes a Telefônica (telecomunicações), Cinesa (cinema), AC Hoteles y Mango (moda). A A de Aroma elabora fragrâncias personalizadas para cada empresa em função dos valores que a marca deseja reforçar, e implanta dispensadores de perfumes em seu estabelecimentos cujos cartuchos são trocados uma vez por mês.
O ser humano é capaz de se lembrar de dez mil aromas diferentes
Um estudo da Universidade Rockefeller (Nova York) revelou, em 1999, que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, ante 5% do que vê, 2% do que ouvem e 1% daquilo que tocam. Além disso, a memória pode reter até 10.000 aromas distintos, ao passo que reconhece apenas 200 cores, de acordo com a pesquisa feita pelos cientistas Richard Axel e Linda Buck, vencedores do prêmio Nobel de medicina de 2004.
Comprovou-se também que uma empresa que tenha aroma próprio vende mais do que outra que não possui nenhuma fragrância específica. “Isto acarreta uma diferenciação extraordinária para a marca. Trata-se de uma singularidade que a afeta de modo cabal. As associações estereotipadas são valiosas, fidelizam o cliente e, principalmente, engendram uma qualidade que é tesouro de toda marca”, revela Álvarez del Blanco. Costa acrescenta alguns matizes: “Normalmente, os odores fortes vendem mais. Por exemplo, deixar aberto o forno com pães recém-assados em uma padaria é uma maneira de atrair o cliente que passa pela rua e que se deixa levar pelo aroma agradável que desprende do pão fresco.”
Assim, o odor de um creme solar lembra as férias; a torta de maçã quente evoca uma reunião de família e uma fragrância de brisa marinha é sinônimo de liberdade. Contudo, 83% dos investimentos publicitários se concentram em mensagens que procuram seduzir os olhos e os ouvidos, deixando de conquistar os demais sentidos. Álvarez del Blanco lembra que “o aroma percebido pelo olfato dever ser coerente com a atividade da marca para que o efeito seja agradável”. Portanto, quando se atinge esse objetivo, o cliente tem uma sensação “agradável, de ordem e de profissionalismo”. Contudo, é preciso levar em conta que “somente os odores relacionados com a natureza são odores globais”, lembra Costa. Não se deve esquecer também que, culturalmente, os odores são percebidos de maneira distinta de acordo com o lugar de origem do indivíduo. Contudo, os especialistas estão de acordo em relação ao fato de que os clientes compram experiências, e não produtos. “O odor se associa ao momento em que sinto o desejo de adquirir um produto ou serviço, e não à marca em si. Minha experiência com um determinado produto em casa vai muito além disso”, diz Costa.
Comprovou-se também que uma empresa que tenha aroma próprio vende mais do que outra que não possui nenhuma fragrância específica. “Isto acarreta uma diferenciação extraordinária para a marca. Trata-se de uma singularidade que a afeta de modo cabal. As associações estereotipadas são valiosas, fidelizam o cliente e, principalmente, engendram uma qualidade que é tesouro de toda marca”, revela Álvarez del Blanco. Costa acrescenta alguns matizes: “Normalmente, os odores fortes vendem mais. Por exemplo, deixar aberto o forno com pães recém-assados em uma padaria é uma maneira de atrair o cliente que passa pela rua e que se deixa levar pelo aroma agradável que desprende do pão fresco.”
Assim, o odor de um creme solar lembra as férias; a torta de maçã quente evoca uma reunião de família e uma fragrância de brisa marinha é sinônimo de liberdade. Contudo, 83% dos investimentos publicitários se concentram em mensagens que procuram seduzir os olhos e os ouvidos, deixando de conquistar os demais sentidos. Álvarez del Blanco lembra que “o aroma percebido pelo olfato dever ser coerente com a atividade da marca para que o efeito seja agradável”. Portanto, quando se atinge esse objetivo, o cliente tem uma sensação “agradável, de ordem e de profissionalismo”. Contudo, é preciso levar em conta que “somente os odores relacionados com a natureza são odores globais”, lembra Costa. Não se deve esquecer também que, culturalmente, os odores são percebidos de maneira distinta de acordo com o lugar de origem do indivíduo. Contudo, os especialistas estão de acordo em relação ao fato de que os clientes compram experiências, e não produtos. “O odor se associa ao momento em que sinto o desejo de adquirir um produto ou serviço, e não à marca em si. Minha experiência com um determinado produto em casa vai muito além disso”, diz Costa.
Buscar a diferença
O sucesso consiste em conseguir criar um aroma que lembre a marca. Os especialistas estão de acordo com o fato de que criar um “odótipo” eficaz requer vários meses de trabalho. “É preciso saber onde a marca se acha exposta, analisar o contexto em que ela é consumida e em que cenário os clientes se relacionam com ela”. “No caso da empresa, é preciso definir com o que exatamente desejo me identificar, e é muito importante pensar nos suportes para o odor: como vou difundi-lo, onde quero marcar presença com ele e onde não quero”, aconselha Costa.
Ambos os professores também acham que é “muito complicado” obter um aroma universal e que agrade a todos. Costa lembra que os odores são percebidos de maneira diferente “pelos homens e pelas mulheres, pelo país de origem, pela idade e de acordo com a experiência de cada um”. Por isso, é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Para Costa, a melhor marca da história do mundo seria aquela que todos associassem a um odor onde quer que fosse. Por fim, lança uma pergunta: “Quem não faz a ligação do odor do incenso com a igreja católica?”
Ambos os professores também acham que é “muito complicado” obter um aroma universal e que agrade a todos. Costa lembra que os odores são percebidos de maneira diferente “pelos homens e pelas mulheres, pelo país de origem, pela idade e de acordo com a experiência de cada um”. Por isso, é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Para Costa, a melhor marca da história do mundo seria aquela que todos associassem a um odor onde quer que fosse. Por fim, lança uma pergunta: “Quem não faz a ligação do odor do incenso com a igreja católica?”
Fonte:marketing.com.br
Ser é mais importante do que ter
Hoje, vivemos em um mundo extremamente competitivo onde as pessoas buscam desesperadamente, e a todo custo, acumular bens materiais, ter corpo perfeito, conseguir mais tempo, status e poder, e assim, caminhamos dentro de um contexto de vida estressante, nascisística e insaciável. Muitas vezes, nos esquecemos de que não obstante à fugacidade da vida, o que vem em primeiro lugar é SER, em seguida FAZER, para depois vir a TER.
Se você busca tornar-se um profissional e um ser humano melhor, e vem executando seu trabalho com amor e dedicação, o resultado financeiro positivo será inevitável e uma mera consequência de seus pensamentos e suas atitudes. Certa vez ouvi uma definição de status que guardei na memória por ter considerado interessante e hilariante, motivo pelo qual transcrevo a seguir: "Status é comprar o que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para mostrar para aqueles que você não gosta, aquilo que você não é".
Penso que existe uma grande verdade inserida nessa frase. Na medida em que a pessoa amadurece, ela tende é de se preocupar menos com a busca pelo status e passa a procurar mais sua auto-realização. Entretanto, existem pessoas que não conseguem libertar-se da chamada "Síndrome de Peter Pan"; são aquelas que se recusam a amadurecer, apesar da idade.
É importante ter saúde sim, e não vale à pena perdê-la e acumular riquezas, para num futuro breve ter que gastar toda fortuna na tentativa de reaver a saúde que se foi. Não obstante isso ser uma absoluta falta de inteligência, muitas pessoas hoje ainda o fazem. A vida é uma bela viagem e importa mais aproveitar bem esta viagem do que se preocupar apenas com o destino final.
É essencial investir na sua estrutura pessoal e profissional, tendo um objetivo em mente que esteja relacionado aos seus valores pessoais e, em seguida, partir para a ação. O importante não é apenas o objetivo em si, mas sim o que o objetivo faz conosco e como.
Tenha sonhos grandiosos e trace metas. Se você possui uma direção, faz sentido organizar sua agenda. O importante não é o que acontece conosco e sim o significado que damos para aquilo que ocorreu em nossas vidas. Saiba que o fracasso não existe, o que ficam são resultados que consideramos satisfatórios ou não. É importante que estejamos aprendendo, a cada instante, dentro de nossa organização ou de nosso negócio próprio. Se não estamos aprendendo e crescendo é porque chegou a hora de mudar.
Mude você ou se mude. Todos nós sabemos que mudar não é fácil. É tão difícil mudar que pesquisas demonstram que o ser humano tem menos medo da morte do que da mudança. A mudança nos deixa incomodados e ansiosos, justamente porque nos tira da chamada zona da conforto. É preciso renovar-se a cada. A medicina nos ensina que fisicamente não somos mais a mesma pessoa que fomos há sete anos atrás, já que nesse intervalo de tempo todas as células do nosso corpo renovaram-se. Precisamos nos conscientizar de que tudo mudou, muda e mudará.
É preciso ter criatividade e coragem para mudar, crescer e se desenvolver a cada dia. Ser louco é fazer sempre a mesma coisa, da mesma maneira e querer obter resultado diferente. Entretanto, diariamente observamos a insanidade comandando a rotina paralisante na vida de muitas pessoas. É preciso estar aberto às mudanças e é necessário desbloquear e dar vazão ao fluxo da vida. Busque um sentido para sua existência e a direção a seguir ficará mais clara e visível. Se você tem uma meta, um sonho grandioso, tudo começa a fazer sentido e você passa a amar a si mesmo cada vez mais.
Administre bem o seu tempo, pois este é um bem insubstituível, enquanto que os bens materiais são substituíveis. E se você não tomar conta da sua vida, certamente alguém irá tomar conta por você. O dia a dia de toda pessoa é bem parecido, o que faz a diferença são os pequenos detalhes.É bem verdade que o hábito faz o monge. Cuide-se, pois o tempo não pára, nunca volta. O dinheiro é algo muito importante quando bem utilizado, entretanto saiba que dinheiro algum será capaz de nos fazer recuperar o tempo perdido e mal utilizado. Portanto, divirta-se mais, ame mais e perdoe mais a si mesmo e aos outros. Utilize com sabedoria seu dinheiro e seu tempo!
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